Scott Pilgrim versus the world (Scott Pilgrim contra o mundo)

fevereiro 16, 2011

Sensacional! Assisti sem esperar grande coisa, mas me surpreendi.

A história é bem básica (como toda história de jogo de luta), você deve derrotar os 7 ex-namorados da mocinha para poder ficar com ela.

O interessante, o diferente, é a linguagem de jogos de videogame utilizada. Assistir esse filme é quase como jogar, com direito a inimigos de fase, moedas, subir de nível…

Não lembro agora de ter visto algum outro que tenha sido tão bem sucedido no quesito “filme de jogo de videogame”.

Assista sem esperar por um “filmão”, comendo uma pipoquinha! 🙂

Modern Warfare 2 vs. GRAW

março 25, 2010

MW2

Taí um bom exemplo de o que a espectativa pode causar. Modern Warfare 2 é um jogão? É sim, mas não me surpreendeu tanto quanto eu esperava. Falava-se tanto desse jogo que você imagina que vai ser uma das coisas mais surpreendentes que já viu. Bem, graficamente ele impressiona bastante. Em vários momentos parece que você tá jogando um filme, sem exageros! Mas no quesito diversão (pelo menos o modo “story”) ele perde para o Ghost Recon Advanced Warfighter. Vamos a algumas comparações:

rastejar

GRAW2

MW2: você pode rastejar e achar que dá pra passar em determinado lugar porque pela lógica daria, mas não vai!!! Você vai ter que contornar e levar bala mesmo!

GRAW: você rasteja e passa, não vi nenhuma parede invisível.

primeira pessoa vs terceria pessoa

MW2: primeira pessoa, no velho estilo Doom (só que sem o balançado de câmera que causava enjoo). O problema é que quando você se abaixa e olha para um lado ou outro ele aje como se não tivesse pernas!

GRAW: terceira pessoa. Na minha opinião, muito melhor pra jogar. E o personagem é capaz de rolar para os lados quando está abaixado e se jogar pra frente aproveitando o impulso da corrida.

veículos

MW2: você controla alguns veículos durante o jogo, em partes definidas pra isso. Essas passagens são algumas das mais emocionantes do jogo. A sensação de imersão na ação é ótima! Fora isso, em uma ou outra parte é usado o tiro indireto, onde você só marca para um outro veículo disparar (desses, o único que dá pra ver é o tanque nas ruas dos EUA)

GRAW: apesar de não ter essas cenas de perseguição, é muito mais estratégico. Você controla um capitão e ele dá ordens aos soldados e veículos. Os tanques só se movem com ordem e todos os veículos esperam comandos (helicópteros, tanques, jatos…). Além de ter todos os elementos do outro jogo nesse aspecto.

interação com os outros personagens

MW2: completamente passiva. É um “siga o mestre” quase o tempo todo.

GRAW: existe iteração real. Os soldados cumprem ordens (atacar, manter posição, silêncio, ir para determinado ponto…). Os soldados se machucam e precisam ser socorridos, pelo personagem principal ou por outro (desde que seja dada a ordem).

gráficos

MW2: com certeza muito melhor. O jogo saiu agora.

GRAW: é um jogo antigo, mas os gráficos impressionam, principalmente a luz do sol (chega a ser melhor que a de Rainbow Six Vegas que é da mesma série e saiu depois).

mapa de localização de objetivos

MW2: só se der pausa no jogo, mas os objetivos não aparecem, só os inimigos que já denunciaram sua posição. O objetivo é apontado por um seta, siga a seta (dã).

GRAW: mapa sempre no canto da tela com objetivos, aliados e inimigos que denunciaram a posição. Dessa forma o jogo se torna menos linear, os objetivos podem ser realizados em seqüências diferentes. Além disso existem várias setas na tela apontando para cada objetivo, dentre outras coisas.

história e “roteiro”

MW2: boa história, apesar de manjada. A seqüência final é excelente, mas não daria um bom filme. Durante o jogo a ação é frenética, raríssimas partes são tranquilas e poucas são as missões pra terminar sem ser vistos (acho até que é só uma). Esse é um ponto interessante. O jogo é sempre frenético, direto, sem descanço. Chega a ser um pouco mais estressante do que deveria (não sei se foi porque joguei no nível mais alto, mas acho que não.)

GRAW: segue mais a linha tradicional com um inimigo realmente difícil no final. Também não daria um bom filme. A ação é mais tranquila que a do MW2, mas não deixa a desejar como jogo de guerra.

peculiaridades

MW2: a parte da favela ficou perfeita, única crítica ao cara que eles estão caçando: “Alejandro Hojas”. Ele é brasileiro? Tem um bocado de brasileiro dublando os favelados nessa hora, tem textos em português até bem escritos e os personagens ficaram mesmo parecidos com brasileiros (apesar de ter uns dois com uma roupa com florzinhas que duvido que alguém em sã consciência usaria). Por que eles não pediram sugestões de nomes a esse dubladores? Vai saber. (Se ele for mexicano ou espanhol eu retiro tudo o que disse). Ahh, outra coisa! Os favelados são gente pobre não são porcos! Duvido que eles deixem o lugar em que vivem do jeito que mostraram nesse jogo.

GRAW: o barulho dos cantis batendo é sinal de que houve cuidado em ser o mais realista possível. Com certeza isso tem o dedo de Tom Clancy.

Conclusão

No geral GRAW É um jogo melhor sim! MW2 tem vários momentos de “Nossa! Isso ficou mesmo bem feito e bonito!”, mas como jogo de guerra perde até pra Bad Company (nesse pelo menos você dirige qualquer coisa que encontrar no caminho e destrói praticamente tudo no jogo). Alguns vão dizer: “mas é Call of Duty, é assim mesmo”. Então já passou da hora de Call of Duty evoluir. MW2 deve ser jogado? Com certeza, é um ótimo jogo. Mas jogue também GRAW (pode ser o 2, eu só falo do 1 porque só joguei o 1). Que fique claro que não estou me referindo ao modo multiplayer, não joguei o multiplayer do MW2 e sou suspeito pra falar de multiplayer porque até hoje só gostei do de Halo 3.

Agora para os fãs de Shadow of The Colossus

janeiro 31, 2010

Olha só o que esse povo inventou! huahauhauhauhaua

Para o fãs de Street Fighter!!!

janeiro 30, 2010

Quem não rir nunca jogou Street Fighter contra um amigo! 🙂

E se Scorpion fosse salvar a princesa em Donkey Kong?

janeiro 27, 2010

Esse é só um dos vídeos loucos que tão aparecendo na net. Existem várias combinações: Sonic vs Pacman, GTA vs Frogger…

Acho que tudo é feito pelo tal do Daneboe. Aliás, a “annoying orange” dele é ótima!

99 vidas (podcast)

janeiro 25, 2010

Você sabe o que é podcast? É o sucessor do rádio, poderíamos dizer. E aqui vai um excelente podcast: 99 vidas! Conversas informais sobre o antigo mundo dos games. Apesar de não concordar com algumas das opiniões (por eles exporem como total verdade e não ser exatamente assim, no meu ponto de vista), não deixa de ser muito interessante e nostálgico ouvir essas conversas!

Acessem em:
http://99vidas.net/

SEGA CD, Play Station, Playstation…

janeiro 21, 2010

No início da era do CD, existiu o SEGA CD, e Deus viu que isso era mais ou menos, mas no começo todo mundo ficou admirado com esse equipamento. Pelo que me lembro, foi a primeira vez que pode-se dizer que subimos uma geração sem trocar de console (apesar de algumas revistas chamaram essa do SEGA CD de 4,5 ao invés de 5), pois era conectado ao Mega Drive.

Na época rolaram boatos sobre um Nintendo CD que seria ligado ao SNES, mas, apesar de até terem aparecido algumas imagens até bem mais coloridas e com maior definição que as do SEGA CD, nunca foi lançado.

Esse projeto, que era realizado junto com a SONY,  se chamaria Play Station (separado mesmo). Então desistiram de fazer um acessório e resolveram lançar um console separado. Depois de uma briga, a SONY lançaria sozinha o Playstation (o primeiro). Isso explica a enchurrada de continuações de jogos da Nintendo no Playstation logo de cara: Megaman X, Final Fantasy, Bomberman… Até o danado do controle parece uma mutação do controle do NES e foi o único Playstation de cor cinza! Parece que aproveitaram bastante o projeto original.

Agora a Microsoft quer fazer o mesmo com o projeto Natal (que é Natal por causa da minha adorada cidade!), espero que funcione melhor que o SEGA CD (ou pelo menos igual, já estaria bom pra mim). Aliás, a própria Microsoft já havia entrado no mercado de games antes do primeiro XBOX, com o sistema operacional do Dream Cast da SEGA (o tiro de misericórdia na cabeça da SEGA) que foi um dos primeiros (ou o primeiro?) consoles a serem vendidos com prejuízo esperando o lucro nos jogos.

E agora, para relembrarmos um pouco essa época, aqui estão as músicas que tocavam se você deixasse ele rolando sem CD. Muitas vezes deixei o SEGA CD nessa tela só pra ouvir a música (no meu caso a segunda, que é muito melhor até!). Atenção caros “ouvintes”, momento nostalgia!

Move your feet (Junior and Senior)

janeiro 21, 2010

Por amor aos pixels! Essa música não é sobre games, mas o clipe tem tudo a ver!

Johnny Kage também tem razão!

janeiro 17, 2010

Luigi tem razão!

janeiro 17, 2010